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[Entrevista] Rennan Andrade apresenta sua nova antologia: A Verdadeira Morte

em 26.2.16 9 comentários
Hoje
vamos entrevistar um autor jovem com duas publicações independentes que, no segundo semestre desse ano, lançará sua terceira obra: A Verdadeira Morte, uma antologia de contos que promete provocar e emocionar o leitor.

'Bora conhecer esse novo trabalho de Rennan Andrade?

 

1) Começo minha entrevista parabenizando-o pelo sucesso de A Luz de Cada Mundo. A obra – que mistura fantasia, aventura e romance – agradou muitos leitores, além de ter uma análise positiva na blogosfera. Você esperava essa recepção?

Na verdade, depois de tanto tempo trabalhando no meu primeiro livro, eu não sabia mais o que esperar. Sempre tive em mente de que eu era um autor jovem e novato e que isso atrairia tanto olhares impressionados quanto receosos. No fim das contas, foi exatamente o que aconteceu, mas fico feliz que, em geral, tenha sido um trabalho bem recebido pelos leitores, pois isso só me dá mais motivação para escrever a sequência.

Irmandade das 13 – Entrevista com o autor M.R. Terci sobre o gênero Terror

em 30.10.15 24 comentários
Na
Irmandade das 13, cada blog teve a iniciativa de entrevistar autores nacionais do gênero terror. É claro que não poderíamos desconsiderar o talento do nosso parceiro, Marcos R. Terci, que vem encantando muitos leitores com sua narrativa cheia de suspense, mistério e horror.

Por isso, nós o convidamos para compartilhar conosco as suas opiniões sobre o gênero!
'Bora conferir!



1) Quando falamos em terror ou horror, na literatura, no cinema, e até mesmo na arte e na música; acredito que a primeira emoção que o autor deseja passar para o seu público é o medo. Analisando as obras clássicas, que podemos apontar como primordiais do gênero, vemos que a forma de aguçar tal emoção mudou muito. Posso apontar como exemplo o filme “A Noite dos Mortos Vivos”, 1968, que usou de criaturas que comiam carne humana; com “Atividade Paranormal”, 2007, que buscou mostrar fatores sobrenaturais ao estilo reality show para apavorar o público. A que você atribui essa mudança de se fazer sentir medo?

M.R. Terci: Boa noite, Bianca. E que noite particularmente tempestuosa! Nada menos digno para nós que algumas deferências ao gênero, não é?! A luz fremente sobre minha escrivaninha oscila de maneira temerosa. À tarde, umas nuvens cor de chumbo se ajuntaram por estas bandas remotas e desertas. Ventos, advindos do norte distante alardeiam avisos na janelas da cabana. Por ora, como companhia, ainda tenho a doce internet, a consensual adega e alguma lamentável inspiração. Vamos aos nossos assuntos.

[Entrevista] Anderson Henrique apresenta: Anelisa Sangrava Flores

em 23.9.15 23 comentários
Hoje
apresento a vocês uma entrevista especial!

O autor Anderson Henrique, talentoso e gentil, apresentou sua obra: Anelisa Sangrava Flores. Essa obra é uma antologia de 13 contos incríveis, que me conquistou completamente e me fez ter total certeza de que só ganharia se acompanhasse os demais escritos desse autor.

E não poderia estar mais certa! Durante o Concurso Brasil em Prosa, promovido pela Amazon, Anderson Henrique publicou um conto intitulado Gabriel. E, novamente, me cativou com sua exímia habilidade em fazer seus leitores viajarem nos mais estranhos contextos. 

'Bora conhecer o autor?


1. Anelisa Sangrava Flores é uma antologia maravilhosa, que reúne 13 contos de gênero fantástico. Como surgiu a ideia de produzi-la?

Os contos do livro não estão diretamente conectados, mas há um deles que sutilmente faz referências a outros textos do livro. É um pequeno joguete de metaliteratura. Mas vamos esquecer esses termos acadêmicos. São histórias autônomas, que nascem e se encerram em um microuniverso próprio. Algumas se passam em lugares supostamente reais, mas que foram desconstruídos para comportar uma nova realidade. A unidade do livro se dá pelo gênero. Optei por incluir apenas histórias que se flertassem com fantástico. É uma maneira de dar uma direção ao trabalho e propor um conjunto. Há apenas uma narrativa em que o fantástico não é o fio condutor, mas ainda assim está lá, timidamente, como um elemento da história.

[Entrevista] C.A. Saltoris apresenta: A História Esquecida da Hospedaria na Estrada

em 16.9.15 31 comentários
Hoje
vamos a uma entrevista especial!

Não é segredo para ninguém o quanto admiro a C.A. Saltoris, autora parceira do My Queen Side. Ela é uma pessoa incrível, sempre disposta a conversar com os leitores e a apoiar ações que valorizam a nossa literatura. É por isso que a presença dela não poderia faltar durante a Maratona Setembro Nacional.

Nessa entrevista, C.A. Saltoris compartilha um pouco sobre sua obra A História Esquecida da Hospedaria na Estrada, que ingressou para as minhas leituras favoritas e vem encantando diversos leitores [confira minha resenha].

'Bora conferir?


1. Você é uma autora que impressiona pela criatividade dos seus textos! Em A História Esquecida da Hospedaria na Estrada, temos como narrador Chronos, o deus do Tempo. De onde surgiu a ideia de trazer uma divindade como narradora e, ainda, como personagem coadjuvante nesse livro?

Primeiramente, obrigada pela oportunidade de falar sobre o meu trabalho e pelo elogio! (risos) A história é longa, vamos por partes:

Como você sabe, o livro é a minha interpretação – bem pessoal – da música do Eagles, Hotel California. Eu queria, na medida do possível, seguir o enredo da música cronologicamente, e quem “narra“ a música é o rapaz, que vai parar no hotel, no caso do livro, Mathew. Assim eu comecei, mas fiquei incomodada com o fato de ter que contar a história em primeira pessoa. Não achei que combinava. Então eu soube, que precisava de mais um narrador. Na época, eu estava lendo Conto de Inverno, de Shakespeare. Em algum ponto da peça, o tempo interrompe o enredo para dizer que tinha passado. Eu achei aquilo genial e naquele momento me veio uma luz e eu decidi que meu narrador seria o tempo. Com o desenvolver da narrativa, eu achei que somente o tempo era muito abstrato, foi assim que escolhi Chronos como narrador definitivo.

[Entrevista] Autor M.R. Terci apresenta sua obra: Abandonai Toda Esperança

em 10.9.15 25 comentários
Não
canso de expressar minha admiração pelo autor Marcos Terci (M.R. Terci)! Lendo a entrevista, vocês certamente entenderão o porquê.

Com alegria, convido-os a conhecerem o recentemente lançado Abandonai Toda Esperança, primeiro volume da Trilogia Caídos!


1. Recentemente, você publicou Abandonai Toda Esperança, primeiro volume da Trilogia Caídos. Conte-nos um pouco sobre esse livro.

Durante um bom tempo tive medo de contar essa estória. Tinha receios de mexer tão profundamente em algo que está terrivelmente arraigado na mente das pessoas. Dizem que futebol, política e religião não se discute. Acredito que tudo é discutível, desde que se mantenha a mente bem aberta às questões que dizem respeito à sociedade e nossa evolução. A tendência do gênero humano é defender de forma muito radical a preferência, opinião, gosto ou credo. Muitas vezes isso saí do controle. Futebol, política e religião são exemplos claros disso. Intolerância, fanatismo e violência são armas frequentes de quem não sabe pontuar intelectualmente uma questão. 

Caídos não é um livro para intransigentes e fundamentalistas. É necessário ter a mente aberta. As ideias sobre certo e errado, assim como os seres humanos, evoluíram através dos tempos. O que era considerado certo em determinada época jamais poderá ser aceito a este tempo. Fé e Inquisição, hoje, são ideias antagônicas, incompatíveis. Mas, àquela época eram absolutamente indissociáveis. Milagre e bruxaria, santo e bruxo, mártir e salvador também. E, se eu te dissesse que o pentagrama, antes do Santo Ofício, era um símbolo cristão? Curioso que a cruz, símbolo de martírio e perseguição aos cristãos, tenha se tornado seu maior legado.

[Autor Parceiro e Entrevista] M. R. Terci

em 15.7.15 59 comentários
Hoje
o post é especial!

Venho apresentar a vocês o autor M. R. Terci, talentoso escritor de gênero terror que veio enriquecer a qualidade do blog com a sua presença!

Aos que não sabem, M. R. Terci me encantou com a sua antologia de contos, As Elegias, que ingressou para as minhas leituras favoritas (). O mais especial no talento desse autor é sua criatividade. O cara é fera em trazer novos elementos ao gênero terror, criar contextos diferenciados e desenvolver seus textos com uma narrativa coerente à época que retrata. 

Por tudo isso, o blog acolhe orgulhosamente o autor M. R. Terci entre seus parceiros!

Yeah! Podem comemorar!
Para
melhor conhecê-lo, que tal uma entrevista? Vem saber mais sobre esse talento nacional!

 

M. R. Terci é um autor muito ativo. Por isso, sua primeira entrevista ao blog será relacionada à série O Bairro da Cripta! Essa série se compõe de antologias e, por enquanto, temos dois volumes publicados: As Elegias (resenhado no blog) e Os Epitáfios.

Saiba mais sobre o autor e O Bairro da Cripta:

Autora Parceira + Entrevista | Carolina Matsuo

em 22.11.14 20 comentários
É
sempre uma alegria apresentar a vocês uma nova parceria! 


E hoje não poderia ser diferente! Apresento a vocês: Carolina Matsuo, autora de O Sumiço de Beatriz. Na última quinta-feira, divulguei a promoção desse livro – que se inicia hoje e termina na segunda-feira – e muitos leitores expressaram interesse em lê-lo.

Não é para menos! O Sumiço de Beatriz tem conquistado atenção por "onde passa" e, tenho certeza, logo serei mais uma leitora fascinada pelo talento da Carolina Matsuo (rs). Na blogosfera, é possível encontrar expressões admiradas quanto ao intrigante enredo da autora, por exemplo:



Para aqueles que amam suspense, drama, conspiração política e romance... Carolina Matsuo nos presenteia com uma narrativa envolvente e que aborda todos estes gêneros citados. {Ariana, do blog Ária Books}


Eu
adoro cada um desses gêneros e o conjunto deles é raro na literatura nacional! Eu me sinto orgulhosa, portanto, de receber a Carolina Matsuo como parceira.

Entrevista com Catherine Mckenzie + Lançamentos da Editora LeYa

em 30.10.14 19 comentários
A
Editora LeYa está arrasando! ~ e isso não é raro (rs). Várias são as novidades dela para vocês e todas me empolgam o suficiente para rechear a minha meta de leitura!

Vamos começar conhecendo um dos "queridinhos" do momento?

Desaparecida conquistou minha atenção com o marketing especialmente elaborado pela Editora LeYa em parceria com o Skoob [mencionei-o neste post]. Seguindo a sugestão do título do livro, por algum tempo foram deixados em São Paulo e no Rio de Janeiro vários exemplares para serem encontrados pelos leitores. Legal, não é?

Saiba mais sobre o livro: 

Título: Desaparecida
Autora: Catherine Mckenzie
Editora LeYa (2014, 320 páginas)
Skoob | Compre: Submarino | Saraiva | LeYa
Sinopse: Emma Tupper não existe mais. E por que não, então, inventar uma nova Emma Tupper?
“Só poeira. É como se eu tivesse sido apagada. Transformada em cinzas.”
Quem nunca sonhou em recomeçar a própria vida do zero? A jovem advogada Emma Tupper se vê diante dessa oportunidade quando volta para casa, após passar seis meses desaparecida na África. Surpresa, percebe que todos acreditam que ela estava... morta. Emma descobre que sua antiga vida foi apagada. O apartamento onde vivia acaba de ser alugado para um novo inquilino, o misterioso fotógrafo Dominic. No escritório de advocacia, no qual construía uma carreira brilhante com chances de concorrer ao cargo de sócia, sua rival Sophie se apossou não só de seus clientes e de sua sala, mas também de seu namorado, Craig. Enquanto tenta resolver o caos no qual seu mundo se transformou, Emma se questiona: ela era feliz antes de sua viagem à África? Tinha valido a pena se sacrificar tanto em nome do trabalho? Amava Craig de verdade? Queria mesmo ter aquela vida de volta? Romântico e espirituoso, Desaparecida revela a envolvente trama de uma mulher à procura de si mesma.

Leia a entrevista com a autora:


1. A personagem principal teve inspiração em você? Em algum momento teve vontade de começar do zero? (Oliver)
CM: A personagem principal não foi baseada em mim, mas em uma história que ouvi sobre uma pessoa que ficou doente enquanto estava na África. Quando ela retornou à sua cidade, alguém estava morando em seu apartamento e todos os seus objetos foram jogados fora. Achei que esta era uma boa premissa para explorar temas sobre os quais já andava pensando. E se alguém não quisesse uma segunda chance para fazer as coisas da forma certa?

2. Quais são suas maiores influências literárias? Quais autores mais influenciam seu trabalho como escritora? (Loren-Louise)
CM: É difícil escolher um único autor porque sou uma leitora voraz de diversos gêneros. Acho que o que mais influenciou minha escrita foi ler, ler e ler, possibilitando que eu aprendesse o máximo que eu pudesse sobre escrever.

Parceria & Entrevista – Fernanda Nia Ferreira

em 11.7.14 7 comentários
Esse 
é um post muito especial, gente!
Venho apresentar um talento nacional que me encanta há muito tempo…  


A nova parceira do blog capta situações do cotidiano e interpreta aquelas emoções que pouco prestamos atenção, transformando-as em pura arte! Estou falando da querida Fernanda Nia Ferreira, autora da maravilhosa página Como eu realmente…, que conquista os leitores com sua sensibilidade e bom humor!


Para entenderem melhor, confiram uma das suas tirinhas:

[FINAIS TRISTES – Fonte]

Notaram
o divertido talento da Fernanda Nia? Desde 2011, ela criou seu site e incorporou na sua personagem Niazinha muitos dos nossos pensamentos e sentimentos mais comuns. É difícil não se reconhecer nela.

[Entrevista] Luciana do Rocio Mallon

em 23.5.14 7 comentários
V
amos a mais uma entrevista para a Ação Eu Valorizo a Literatura Nacional?

Desta vez apresento a vocês uma autora que aborda um gênero bastante peculiar na literatura: as lendas e os mitos. O mais interessante (ao menos para mim, haha) é que ela mora na minha cidade e me senti bastante orgulhosa por conhecer o seu trabalho.

Vamos conhecer a Luciana do Rocio Mallon, autora do livro Lendas Curitibanas!


1. Como foi seu primeiro contato com a leitura?

LRM: Na verdade, não me lembro ao certo. Mas acredito que seja por volta dos 4 anos, pois minha tia costumava me dar livros de presente. Lembro que aos 5 anos eu gostava de folhear uma coluna infantil chamada Gazetinha do Jornal Gazeta do Povo. 


2. Na infância, qual era sua relação com os livros? 

LRM: Eu lia todo o tipo de leitura que caía na minha mão, desde livro infantil até bula de remédio. 


3. Quando você começou a escrever? 

LRM: Comecei a escrever aos 6 anos de idade, logo que fui alfabetizada na escola. 


4. Quais são suas inspirações para escrever? Tem algum autor ou livro como referência? 

LRM: Eu uso como inspirações: as pessoas do povo e as notícias populares. Gosto de escritores como: Machado de Assis, Dalton Trevisan, Cecília Meireles, Paulo Leminski, Mário Quintana, Salsidc, entre outros. 


5. Sua produção literária é peculiar, pois envolve a narrativa de lendas e mitos. Poderia descrevê-la um pouquinho? Como é seu processo criativo ao desenvolver suas histórias? 

O dicionário define lenda como mitos e causos que são contados de geração em geração. Mas, na realidade, o significado desta palavra vai além desta mera definição. Eu me interesso por lendas urbanas desde os seis anos de idade, pois minha família tem o costume de contá-las para as crianças. Aos onze anos descobri uma espécie de porão que havia na casa da minha avó materna. Um dia entrei às escondidas lá e descobri que meu falecido bisavô, Torres, estudava os mitos da cidade de Curitiba. Em 2002, com medo que estas estórias ficassem somente entre minha família, resolvi colocá-las na Internet, ao mesmo tempo que eu caçava outros causos. Muitas pessoas perguntam o porquê eu corro atrás das lendas urbanas do Paraná. Então eu respondo assim: há vários motivos para eu pesquisar estas estórias, tudo porque atrás de um causo há um pingo de verdade e muitas vezes esta verdade possui uma razão histórica. Afinal, resgatar lendas é uma maneira de estudar a História do lugar e passá-la de geração em geração de uma forma divertida e não monótona, como muitas vezes acontece dentro de uma sala de aula. Outro fator que me leva a pesquisar as lendas urbanas do Paraná é que estas estórias possuem o dom de elevar a autoestima das pessoas do lugar. Infelizmente, o Paraná é o único Estado do sul do Brasil que ficou sem símbolo definido. Afinal, o Rio Grande do Sul tem como representante o homem com típicas roupas de gaúcho e Santa Catarina tem como símbolo o casal vestido com roupas alemãs. E o Paraná? O que tem como símbolo? Seria a araucária? Seria a Gralha Azul? Ora, conforme vamos resgatando as suas lendas chegaremos ao seu símbolo ideal. Antigamente as pessoas de uma determinada região possuíam uma autoestima elevada. Pois, naquela época, havia o costume das pessoas se reunirem em torno de uma fogueira para escutarem o mestre que contava lendas. Infelizmente, pouco a pouco, esta tradição perdeu-se e é preciso resgatá-la de alguma maneira. Através deste texto é possível concluir que as lendas urbanas são pistas históricas importantes para o estudo de uma região. 

MQS: Adorei a resposta da autora! Quantas vezes, nos últimos anos, paramos ao lado de uma pessoa mais velha para ouvi-la contar histórias da região em que vive? E quantas vezes consideramos o valor mnemônico por detrás destas histórias? É um registro oral muito rico e que realmente mereceria muitos livros!

[Entrevista] Naicon Martins

em 21.5.14 5 comentários
Observação: Não esqueçam de participar da Gincana: Somos Mais Brasil e se divertir enquanto concorre a prêmios da literatura nacional! Duas provas já estão no ar!

A
entrevista da vez é mais que especial, porque envolve um dos primeiros autores que reconheceu a minha dedicação ao My Queen Side. Tenho-o em alta estima e sempre torci pelo seu sucesso.

Carinhosamente colaborando para a Ação Eu Valorizo a Literatura Nacional, vamos conhecer um pouco mais sobre o parceiro Naicon Martins, autor de Firewitch's – O Sétimo Espírito!



1. Como foi seu primeiro contato com a leitura?

NM: O meu primeiro contato com a leitura foi com livros de autores brasileiros voltados para a educação infantil. Recebi muito incentivo já nos primeiros anos de colégio da minha eterna professora Aparecida Dondoni, responsável por me apresentar algumas leituras, como: O Menino Maluquinho (Ziraldo), Chapeuzinho Amarelo (Chico Buarque), Sítio do Pica-Pau Amarelo (Monteiro Lobato), dentre outros.

MQS: Momento vergonha-alheia... Gente, nunca tinha percebido que o livro Chapeuzinho Amarelo que acho uma graça (e minha afilhada também)  era do Chico Buarque! (rs) 

2. Na infância, qual era sua relação com os livros?

NM: Eu gostava muito de gibis e de livros que possuíssem várias ilustrações (e quem não gostava? rs). Porém, já aos 10 anos, por incentivo de uma tia, comecei a me aventurar em livros com menos ilustrações e mais textos. A partir daí tomei coragem para ler obras com volumes consideráveis de páginas, o que causou espanto nos meus colegas (não sei o porquê).


3. Quando você começou a escrever? 

NM: Desde os 12 anos eu gostava de criar peças teatrais para o colégio, mas nunca havia tido coragem de escrever algo mais complexo. Naquele época eu já tinha interesse, porém, a preguiça reinava (rs). Bom, só tomei atitude mesmo aos 14 anos quando, por influência da autora britânica Agatha Christie, comecei a escrever meu primeiro romance policial. Ficou minúsculo, mas já era alguma coisa e serviu como um pontapé para o atual livro publicado. 

MQS: Fiquei curiosa em saber se alguma peça que escreveu foi dramatizada, Naicon!!! 

4. Quais são suas inspirações para escrever? Tem algum autor ou livro como referência?

NM: Quando eu penso em algum romance policial, sempre busco referência na rede de tramas criados por Agatha Christie. Ela é formidável! Já no campo da fantasia, eu tenho várias referências como J. K. Rowling, Tolkien e Lewis. Porém, confesso que atualmente os autores George R.R. Martin e Trudi Canavan estão sendo minhas maiores referências, não pelo que criaram, mas pela forma como criaram. Quanto à inspiração, gosto de buscar em uma boa música. Parece estranho, mas gosto de ouvir as composições épicas de Two Steps From Hell, Future World Music, Audiomachine e Brunuhville, antes de iniciar qualquer texto.

Curiosidade: Não conhecia nenhuma das bandas que o autor citou, mas adorei ouvir um pouco delas no YouTube. Compartilho uma das músicas que me atraiu:


[Entrevista] Vera Lúcia Cervi Mattei

em 19.5.14 6 comentários
V
amos conhecer mais uma querida autora que, carinhosamente, aceitou ser entrevistada para a Ação Eu Valorizo a Literatura Nacional!

Desta vez apresento a vocês a gentil parceira Vera Lúcia Cervi Mattei, autora de Arthannya. Recentemente, tive o prazer de estabelecer parceria com ela e estou ansiosa para degustar da sua escrita. 

Vamos conferir?


1. Como foi seu primeiro contato com a leitura?

VLCM: Olá, Francine! Primeiramente gostaria de agradecer por esta oportunidade em poder falar um pouquinho do meu trabalho e de mim. É sempre muito gratificante.
Agora respondendo à pergunta, eu sempre gostei de ler, mas foi na adolescência que passei a amar os livros de um modo geral. Penso que foi minha mãe que me influenciou a entrar de cabeça nesse mundo maravilhoso que a leitura nos proporciona. Ela sempre foi uma leitora compulsiva, digamos assim. Rsrsrs

MQS: Vera, a gratidão é minha pela oportunidade de entrevistá-la Adorei saber que sua mãe é uma "leitora compulsiva" (rs). O exemplo materno nunca se esquece.

2. Na infância, qual era sua relação com os livros? 

VLCM: Os meus pais sempre nos incentivaram a ler, nos presenteando com coleções de livros. Nossas estantes eram repletas de contos de fadas, fábulas e até gibis e algumas guardo até hoje como a coleção de Monteiro Lobato: Reinações de Narizinho.
Naquela época, sem os computadores para nos distrair, a gente passava horas lendo e ouvindo os disquinhos que vinham com as histórias. Era muito gostoso e divertido.


3. Quando você começou a escrever?

VLCM: A escrita surgiu há uns quatro anos, numa época em que “devorava” livros e mais livros. Ao término de cada história sempre costumo pensar em novos caminhos que o autor poderia ter traçado, diferentes finais e acho que isso contribuiu para me inspirar e me tornar um pouco mais crítica. 

MQS: Adorei saber disto, Vera, porque muitos leitores terminam os livros com tais devaneios ~  Seria incrível se decidissem também escrever suas ideias, ampliando ainda mais a nossa literatura.

4. Quais são suas inspirações para escrever? Tem algum autor ou livro como referência?

VLCM: As inspirações vêm de toda parte. Eu sinto que cada história (seja em filmes, livros ou mesmo na vida real) que vejo e gosto, acabo assimilando algo e isso, certamente, influenciou e continuará influenciando na minha formação como escritora. 
Em relação a literatura tenho uma preferência, em especial, pelo romantismo de Nicholas Sparks e pela ousadia de J. R.Ward. Diário de Uma Paixão (Nicholas Sparks) é um livro que indico para todos.

[Entrevista] Samuel Cardeal

em 16.5.14 10 comentários
A

presento a vocês mais uma entrevista para a Ação Eu Valorizo a Literatura Nacional!

Desta vez, o autor entrevistado escreveu um dos meus livros nacionais favoritos – Demônios Não Choram. É o querido parceiro do blog: Samuel Cardeal!

Estou animada para apresentar a vocês as interessantes respostas dele. Há muito tempo queria entrevistá-lo. Vamos conferir?


1. Como foi seu primeiro contato com a leitura?

Bem, durante toda minha infância e adolescência não gostava de ler. Nunca tive incentivo e na escola devo ter lido uns 2 livros durante todo o ensino médio e fundamental. Sempre preferi os filmes e achava cansativo ler. Só na idade adulta comecei a me interessar por livros, e o primeiro livro que me envolvi de verdade e cheguei ao final sem enrolar foi “O Poderoso Chefão”, do Mario Puzo. Aí começou uma relação de amor.


2. Na infância, qual era sua relação com os livros?

Como disse acima, na infância eu simplesmente não lia, nem gibi. Eu precisava de uma referência visual, além de preferir os filmes por serem mais rápidos. Me faltava paciência de passar dias acompanhando uma história. Com um filme em duas horas eu embarcava naquela história do início ao fim.


3. Quando você começou a escrever? 

Durante muito tempo minhas aspirações artísticas eram apenas musicais. Queria montar uma banda de rock, mas minhas tentativas acabaram frustradas. Foi quando me interessei por cinema, passei por várias fases, ambicionando a animação 2D, depois a 3D, e até mesmo o stop motion, terminando pelo interesse maior pela produção de filmes tradicionais. Dessa vontade surgiu a ideia de Demônios Não Choram, que foi meu primeiro livro. A princípio eu pretendia escrever um roteiro de cinema, mas no meio da história comecei a refletir sobre o que fazia, e concluí que um roteiro para um filme, principalmente daquele estilo, era algo impossível de se fazer no Brasil, a menos que eu fosse um dos filhos do Eike Batista. Assim, resolvi voltar ao começo da história e reescrever na forma de um romance. A essa altura meu hábito de ler já era mais assíduo. Posso dizer que isso mudou minha vida irrevogavelmente.

MQS: Adoraria que você fosse filho do Eike Batista, Samuel (haha)! Assim veria Demônios Não Choram adaptado para o cinema…  Agora entendo por que ao ler imaginei tudo tão facilmente como em um filme! (rs)


4. Quais são suas inspirações para escrever? Tem algum autor ou livro como referência?

Como minha bagagem vem mais do cinema, as referências são mais de filmes do que livros. Acho que tudo que leio e assisto me influencia e, dependendo do tema que estou escrevendo, procuro obras que possam me ajudar no seu desenvolvimento. Em Demônios Não Choram, especificamente, tive influência direta de alguns filmes, como “Anjos Rebeldes” de 1995, “Constantine” de 2005, e “O poderoso Chefão” (livro e filmes). 
Na época em que escrevia, li dois livros que me instigaram, mas a influência foi mais no ato de escrever do que na forma ou no tema. Os livros são A Torre Negra – O Pistoleiro (vol. 1), de Stephen King, e A Batalha do Apocalipse, do Eduardo Spohr. Além dessas obras, a série “Sobrenatural” me influenciou em vários aspectos.

[Entrevista] C. A. Saltoris

em 14.5.14 6 comentários
V
amos a mais uma entrevista especial para a Ação Eu Valorizo a Literatura Nacional!

Sabe aquela pessoa que, só de trocar algumas poucas palavras, você sente orgulho de conhecer? Assim foi com a parceira C. A. Saltoris, autora de Banshee – Os Guardiões.

A cada vez que conversamos, sinto-me muito feliz por ser representada por ela na Alemanha. A mulher é top, gente! É uma artista no amplo sentido da palavra. C. A. Saltoris é brasileira, mas mora na Alemanha, onde atua como jornalista, atriz, diretora/roteirista e escritora.

Agora responda: não é motivo de orgulho!? (rs) Convido vocês a conhecê-la!


1. Como foi seu primeiro contato com a leitura?

CAS: Nossa, boa pergunta! De verdade mesmo? Eu não lembro qual foi o primeiro livro que eu li. Um dos primeiros foi, provavelmente, “Onde tem Bruxa tem Fada”, mas não tenho certeza. Do que eu me lembro bem é de como surgiu o meu amor por histórias. Conta? (Risos) Uma irmã da minha avó, “tia Nora”, foi morar com ela por estar doente. Na época, eu era pequena, mas eu me lembro bem de sentar na varanda da minha vó, depois de voltar da escola e escutar as histórias que a tia Nora contava. Ali surgiu o interesse. Disso eu sei. 


2. Na infância, qual era sua relação com os livros?

CAS: Eu sempre li. Minha mãe é professora primária e sempre me incentivou, mas ela percebeu logo que eu não precisava de muito incentivo não. Eu também era bastante cuidadosa com os meus livros. 


3. Quando você começou a escrever? 

CAS: Ninguém acredita, mas minha mãe está vivinha para não me deixar mentir: eu comecei a escrever aos sete/oito anos de idade. Tem até fotos da época... eu com meu caderno de anotações. 

Curiosidade: Acredito que registrar momentos especiais com a literatura perdure até hoje na vida da autora. Sabem por quê? A linda mulher presente na capa de Banshee é...  ela própria di-van-do! 


4. Quais são suas inspirações para escrever? Tem algum autor ou livro como referência?

CAS: As inspirações vêm do nada. Às vezes até de um sonho, outras vezes é como se uma voz sussurrasse no meu ouvido, eu vejo um filme na minha cabeça e sei como começar. É meio estranho e intuitivo comigo. Referência? ...Hmm... Não diretamente. Nunca me espelhei em ninguém, mas é claro que eu tenho os meus ídolos, e inconscientemente a gente acaba se deixando influenciar de uma maneira ou de outra, mas nunca foi minha intenção.

[Entrevista] Luiz Henrique Mazzaron

em 12.5.14 8 comentários
F
iquei muito feliz com a oportunidade de entrevistar alguns talentosos autores para a Ação Eu Valorizo a Literatura Nacional!

Durante maio, estejam preparados para conhecer várias obras maravilhosas na nossa literatura, produzidas por autores que carinhosamente aceitaram ser entrevistados pelo MQS! O primeiro deles é o parceiro Luiz Henrique Mazzaron, autor do livro Máscara – A Vida não é um Jogo.


1. Como foi seu primeiro contato com a leitura?

LHM: Se não me falha a memória, foi bem cedo, quando tinha uns quatro anos. Ganhei um livro enorme de histórias da Disney e tenho ele até hoje!


2. Na infância, qual era sua relação com os livros?

LHM: Eu sempre fui incentivado à leitura, e sempre gostei de ler. Eu adorava ir na biblioteca da escola para pegar um livro toda semana, sendo que em alguns casos eu precisava que minha mãe autorizasse a retirada porque alguns desses livros eram meio inadequados para a minha idade, rsrs.


3. Quando você começou a escrever? 

LHM: Foi no início do Ensino Médio, em 2010. Eu comecei a receber muitos elogios da minha professora de redação e a vontade de escrever algo além de uma narração ou dissertação surgiu daí.

Curiosidade: O autor publicou seu primeiro livro com menos de 20 anos – e a sequência já está pronta!

4. Quais são suas inspirações para escrever? Tem algum autor ou livro como referência?

LHM: Como principais referências, tenho Agatha Christie, J. K. Rowling e Justin Cronin, pois eles criaram histórias que me marcaram demais e me auxiliaram na decisão de começar a escrever. Mas minhas inspirações para Máscara estão nos filmes, séries e games de terror, ficção e fantasia.

Encerramento da 4ª edição da Turnê Virtual

em 27.12.13 3 comentários
Olá! Chegamos ao final da quarta edição da Turnê Virtual. Nela, vocês puderam conhecer a obras:
 
  • Ninfetâmina, da autora Kaah Araújo.
  • Demônios Não Choram, do autor Samuel Cardeal.
  • Além da participação especial do livro Terras Metálicas, do autor Renato C. Nonato.
 
Confira as resenhas postadas pelos blogs participantes: 
 
 
Interessou-se pelos livros? Para o encerramento deste evento literário virtual, preparamos uma entrevista especial com os autores Kaah Araújo e Samuel Cardeal! Que tal conhecer um pouco mais sobre cada um deles e suas obras?

 
ENTREVISTA
 
1. Do seu livro, qual personagem foi mais marcante para você? Por quê?

[Kaah Araújo]
Stephnay. Acredito por ela ser a protagonista, tudo cerca ela, nada escapa. Vivo a vida de Steph como se fosse a minha vida, tento armar funções que tirem-na de diversas situações que eu mesma crio. Isso torna as coisas competitivas entre eu e eu mesma.

[Samuel Cardeal] Ezequiel é o protagonista, o mais importante, mas tem um personagem que gosto muito, o Alfredo. Porque, pensando bem, sua personalidade tem um pouco (ou talvez nem tão pouco) de mim, e, mesmo que ele não esteja do lado dos “mocinhos”, ele tem um bom espírito.

[Entrevista] ~ Simone O. Marques

em 19.11.13 8 comentários
Olá, pessoal!

Venho compartilhar com vocês a entrevista da Simone O. Marques, autora de O Enigma da Adormecida – Crônicas do Reino do Portal #1 (resenha aqui). 
A autora teve seu livro promovido na 3ª edição da Turnê Virtual e, portanto, há perguntas realizadas pelos blogueiros que participaram com a leitura e resenha do seu livro. *3*

Confira! 

Perguntas oficiais da Turnê Virtual:

Seu processo de criação envolve hábitos específicos? 

[Simone M.] O único hábito que tenho para criar é sentar no sofá e escrever, todo dia. Rsrsrs 

Há alguma produção na qual esteja trabalhando neste momento? Teremos futuras publicações de sua autoria?

[Simone M.] Bem, estou trabalhando na finalização de Etílico, o terceiro livro da saga Sabores do Sangue, que será lançado no começo do ano. Também escrevo Fadas e Duendes, o segundo livro da série Marina e os tesouros da Tribo de Dana. Estou pesquisando para o livro Beltane, da saga Paganus. E vou fazer a revisão de O lago de fogo, segundo livro das Crônicas do Reino do Portal, que já está pronto e que provavelmente já vai para a diagramação.

#2 Eu quero... + Entrevista | Thayane Gaspar, autora de Princesa de Gelo

em 21.10.13 25 comentários
Oi, pessoal! 
Um dos livros que muito desejo ler é nacional e imagino que seja conhecido por vocês (rs)! Publicado pela MODO Editora, parceira do blog, promete uma leitura agradável e marcante.

Refiro-me ao livro Princesa de Gelo, da autora Thayane Gaspar
Confira a sinopse: 
Ela fugia do amor como algo necessário à sua sobrevivência…
Alessa não tinha um coração! Acredite, é verdade! Até nos momentos em que a adrenalina prevaleceu em seu sangue fazendo-o trabalhar mais rápido, ela o negou; deveria ouvi-lo bater ou ao menos senti-lo, mas era como se seu coração não fizesse mais nada além de pulsar o sangue para que o corpo, ligado a uma alma mórbida, continuasse respirando. 
Feitiço. Magia. Encanto. Poções. Bruxaria??? – Não! Apenas um coração e sua simplória maldição.

Este livro atraiu minha atenção pelas inúmeras resenhas que li com críticas bastante positivas. Ousadia e criatividade são habilidades de Thayane Gaspar reveladas na história de Princesa de Gelo, encantando leitores ao abordar temáticas que muitos teriam receio de abraçar, tais como o suicídio e a desilusão amorosa.

Adoro livros que abalam nossas estruturas pessoais e nos fazem ingressar na história com total atenção! Quando vi a sinopse de Princesa de Gelo, senti enorme desejo de lê-lo.

Autora Parceira & Entrevista – FML Pepper

em 1.10.13 4 comentários
Venho expressar minha felicidade pela nova parceria do My Queen Side com a autora FML Pepper!

Acompanho o trabalho da FML Pepper há alguns meses, muito antes do blog existir, e seu primeiro livro já estava entre os meus desejados... Então, imaginem como estou grata e emocionada pela oportunidade de apresentá-la a vocês!

O primeiro livro desta prestigiada autora foi lançado em 2012 em formato e-book e se intitula: Não Pare! Que tal conhecê-lo um pouco? :)

Sinopse: Uma vida normal e tranquila seria tudo que uma adolescente odiaria ter, certo? Não para Nina! Por que tinha que viver como uma nômade (ou fugitiva!), mudando de cidade ou país a cada piscar de olhos? Por que não podia saber nada sobre o paradeiro de seu pai? Por que sua mãe era tão neurótica e supersticiosa? Milhares de perguntas. Nenhuma resposta.
O que significavam aqueles estranhos calafrios, acidentes e mortes que insistiam em acontecer ao seu redor? Teriam eles alguma ligação com o seu defeito de nascença? Ou seriam causados pelo selvagem bad boy de hipnotizantes olhos azuis-turquesa que costumava aparecer nos momentos mais assustadores? Nina jamais poderia imaginar que aquele garoto sombrio de corpo escultural e fisionomia atormentada lhe abriria os olhos para um universo paralelo. Só ele tinha as respostas para os seus mais íntimos questionamentos, mas cobraria um preço muito alto para fornecê-las: A vida dela!

Com essa sinopse foi impossível não incluir este livro entre os que desejava ler. É uma história que promete não apenas um adorável romance, mas o mistério que certamente roubará a atenção do leitor até suas últimas páginas. (♥) Como ignorar isso?
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