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Lançamentos das Editoras Parceiras

em 17.12.14 20 comentários
Que
tal conferir as novidades das nossas Editoras Parceiras? Apanhem suas cadernetas, galera, porque as livrarias já estão cheias de livros imperdíveis!

LANÇAMENTOS



Título: Minta que me ama (2014, 384 páginas)
Autora: Maria Duffy

Sinopse: O inverno é a estação mais aconchegante do ano, mas Jenny Breslin não se sente nada confortável. Tudo na sua vida a total ausência de romance, o emprego chatíssimo no banco foi tocado pela mágica das festas de fim de ano. A simples ideia de passar por mais um Natal com a sua mãe extravagante e Harry, o novo namorado dela, a enche de pavor. Mas isso é na vida real... No Twitter, as coisas não poderiam estar mais interessantes. Nele, Jenny tem uma carreira em ascensão, uma vida amorosa sensacional e uma agenda superconcorrida. Então, em uma noite de bebedeira, Jenny está tuitando com suas amigas Zahra, Fiona e Kerry. E de repente ela as convida para passar alguns dias em sua casa em Dublin. À medida que a sua vida virtual entra em rota de colisão com a sua verdadeira rotina, Jenny não sabe para onde correr. Tudo parece contribuir para mostrar que a existência das suas companheiras de Twitter é um milhão de vezes mais interessante do que a sua. O fim de semana chega, e segredos são compartilhados. Jenny começa a perceber que, enquanto ela sonhava, as coisas acontecem bem depressa. Será que é muito tarde para que ela volte a assumir o controle da sua própria e verdadeira vida?

Resenha 56 | Level 2

em 30.11.14 16 comentários
Título: Level 2 – As Crônicas da Memória, livro 1
Autora: Lenore Appelhans
Editora [parceira]: LeYa (2014, 336 páginas)
Sinopse: Desde sua morte prematura, Felicia Ward está presa no Level 2, uma espécie de limbo localizado entre a Terra e o Céu. Junto com seus companheiros, a garota passa horas intermináveis plugada em uma espécie de câmara, revivendo lembranças de seu tempo na Terra e lamentando o que perdeu: família, amigos e Neil, o garoto que amava. Até que uma menina é encontrada morta em uma câmara vizinha e somente Felicia lembra de sua existência.
Ao mesmo tempo, Julian, um cara perigosamente encantador que ela conheceu em vida, aparece para oferecer uma saída. É quando Felicia descobre a verdade: juntando-se à rebelião para derrubar os Morati, anjos guardiões do Level 2, ela poderá estar com Neil novamente. Suspensa entre o Céu e a Terra, Felicia se encontra no centro de uma luta secular entre o bem e o mal. As lembranças de sua vida voltam para assombrá-la e, com os Morati a caçá-la, a garota vai descobrir que não é apenas a sua própria redenção que está em jogo... Mas a salvação de toda a humanidade.

Resenha

Level 2 é um livro muito distinto! Eu me senti presa à criatividade da autora. Narrado em primeira pessoa, nesse livro conhecemos Felicia, uma adolescente que morreu e, agora, está presa em uma dimensão que compreende ser uma espécie de purgatório.

Eu adoro o gênero sobrenatural e já me interessei pela obra justamente por abordar um contexto tão diferente: vida após a morte. Logo nas primeiras páginas, no entanto, acabei me encantando ainda mais! O lugar onde Felicia estava envolvia uma tecnologia digna de ficção científica! Ela não sabe há quanto tempo morreu e compara o purgatório com uma colmeia, onde ela e outras mulheres, todas carecas e usando camisões brancos, mal têm condições de manter um diálogo decente sem enfraquecer. Depois de uma breve interação, confusas e aparentemente embotadas, caminham até seus alojamentos e deitam-se em cápsulas para acessarem memórias.

Quando acordo e vejo a tela de holograma piscando acima de mim, fecho bem os olhos de novo. A sensação é sempre tão real ao reviver essas memórias. Mais reais que este lugar. Normalmente, retorno de minhas memórias de certa forma atordoada, capaz de saborear as sensações da minha vida na Terra por alguns segundos preciosos. Mas não importa o quanto tente me apegar a eles, esses momentos desaparecem, deixando-me vazia e faminta por mais. No Level Dois, o tempo é um peso eterno. Em minhas memórias, é leve e nunca o suficiente.

Minha nota de amor...

em 7.11.14 8 comentários
Em 2012,
perdi meu pai e minha avó. Foi um dos piores anos da minha vida. Eu descobri, então, palavras que gostaria de ter dito mais vezes; que gostaria de ter certeza que eles soubessem. Quando a Editora LeYa me enviou sua pergunta, não tive dúvidas a quem gostaria de responder.

Se você pudesse escrever uma última nota (ou recado) para alguém, o que escreveria?

Essa é a minha nota de amor ao meu pai e à minha avó:
O amor é como um enorme quebra-cabeças. Cada gesto e palavra corresponde a uma peça que nem sempre é fácil de encaixar. Ao todo, vemos um belo cenário se revelando, formado pelas lembranças da nossa convivência. Nosso quebra-cabeças ficou inacabado, mal pude apreciá-lo como gostaria. Queria ter dito mais vezes te amo, mas você sabia, não é? Em sua ausência, cada peça continua preciosa. 


Essa nota de amor faz parte de uma postagem coletiva que a querida Editora LeYa está promovendo. A intenção é anunciar um dos seus mais emocionantes lançamentos, que apresenta a história real do amor de um pai por sua filha.

Quando Emma recém-completa 12 anos, Garth Callaghan descobre que tem câncer de rim. Os médicos lhe dão 5 anos de vida e, ao invés de deixar a tristeza o abater, ele se concentra em oferecer 826 notas de amor para Emma. Ele nunca a verá se formar, mas ao menos deixará tudo o que considera de valor para que ela seja feliz.

Em guardanapos, o autor escreveu para sua filha 826 notas inspiradoras e cheias de sabedoria! Além delas, os leitores também conhecerão melhor sua luta contra o câncer.

São 320 páginas sobre o que realmente importa… E a Editora LeYa não hesitou em nos trazer esse livro tão especial.

Eu o solicitei para leitura e resenha – já o recebi e logo o resenharei para vocês. Sem medo, no entanto, recomendo-o para quem procura por algo que ressoe e convide a refletir sobre sua própria vida.


~Interessou-se pelo livro? Adicione-o no Skoob | Compre-o: Livraria Folha; Saraiva~

Acompanhe a fanpage da Editora LeYa para ver as notas de amor dos blogueiros que participaram dessa postagem coletiva:
Não
foi fácil escrever a minha nota de amor… Não consegui resumi-la, infelizmente. É difícil dizer em poucas palavras o que gostaríamos que as pessoas amadas soubessem. Imagino quão desafiante tenha sido ao autor escrever essas 826 notas para sua filha. 

E vocês?
O que acharam dessa postagem?
Qual seria a sua nota de amor e para quem?



Entrevista com Catherine Mckenzie + Lançamentos da Editora LeYa

em 30.10.14 19 comentários
A
Editora LeYa está arrasando! ~ e isso não é raro (rs). Várias são as novidades dela para vocês e todas me empolgam o suficiente para rechear a minha meta de leitura!

Vamos começar conhecendo um dos "queridinhos" do momento?

Desaparecida conquistou minha atenção com o marketing especialmente elaborado pela Editora LeYa em parceria com o Skoob [mencionei-o neste post]. Seguindo a sugestão do título do livro, por algum tempo foram deixados em São Paulo e no Rio de Janeiro vários exemplares para serem encontrados pelos leitores. Legal, não é?

Saiba mais sobre o livro: 

Título: Desaparecida
Autora: Catherine Mckenzie
Editora LeYa (2014, 320 páginas)
Skoob | Compre: Submarino | Saraiva | LeYa
Sinopse: Emma Tupper não existe mais. E por que não, então, inventar uma nova Emma Tupper?
“Só poeira. É como se eu tivesse sido apagada. Transformada em cinzas.”
Quem nunca sonhou em recomeçar a própria vida do zero? A jovem advogada Emma Tupper se vê diante dessa oportunidade quando volta para casa, após passar seis meses desaparecida na África. Surpresa, percebe que todos acreditam que ela estava... morta. Emma descobre que sua antiga vida foi apagada. O apartamento onde vivia acaba de ser alugado para um novo inquilino, o misterioso fotógrafo Dominic. No escritório de advocacia, no qual construía uma carreira brilhante com chances de concorrer ao cargo de sócia, sua rival Sophie se apossou não só de seus clientes e de sua sala, mas também de seu namorado, Craig. Enquanto tenta resolver o caos no qual seu mundo se transformou, Emma se questiona: ela era feliz antes de sua viagem à África? Tinha valido a pena se sacrificar tanto em nome do trabalho? Amava Craig de verdade? Queria mesmo ter aquela vida de volta? Romântico e espirituoso, Desaparecida revela a envolvente trama de uma mulher à procura de si mesma.

Leia a entrevista com a autora:


1. A personagem principal teve inspiração em você? Em algum momento teve vontade de começar do zero? (Oliver)
CM: A personagem principal não foi baseada em mim, mas em uma história que ouvi sobre uma pessoa que ficou doente enquanto estava na África. Quando ela retornou à sua cidade, alguém estava morando em seu apartamento e todos os seus objetos foram jogados fora. Achei que esta era uma boa premissa para explorar temas sobre os quais já andava pensando. E se alguém não quisesse uma segunda chance para fazer as coisas da forma certa?

2. Quais são suas maiores influências literárias? Quais autores mais influenciam seu trabalho como escritora? (Loren-Louise)
CM: É difícil escolher um único autor porque sou uma leitora voraz de diversos gêneros. Acho que o que mais influenciou minha escrita foi ler, ler e ler, possibilitando que eu aprendesse o máximo que eu pudesse sobre escrever.

Resenha 10 | Sangue Quente

em 9.10.13 20 comentários
Título: Sangue Quente
Autor: Isaac Marion
Editora: LeYa (2011, 256 páginas)
Sinopse: R é um jovem vivendo uma crise existencial - ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos. Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a "vida" de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro. Assustador, engraçado e surpreendentemente comovente, Sangue Quente fala sobre estar vivo, estando morto, e a tênue linha que os separa.

Resenha

Sangue Quente é o tipo de livro que rende um ótimo entretenimento por sua qualidade "anti-clichê". Diferente das (muitas) obras que apresentam o sofrimento e a sobrevivência dos humanos diante de uma infestação zumbi, o autor Isaac Marion apresentou o lado oposto e fez de um zumbi o seu protagonista. Ousado? Com certeza, especialmente por sua narrativa ser em primeira pessoa.

O zumbi protagonista R não lembra seu próprio nome. Aliás, ele se auto-intitula "R" por ser um dos poucos que recorda a letra inicial do seu nome quando ainda estava vivo. Ele não tem a melhor aparência, com sua pele "morta" e mal-cheiro como de todos os outros zumbis, mas se sente um pouco diferente deles por manter alguns mínimos resquícios humanos. R aprecia a privacidade, por exemplo, o que é estranho considerando que ele já não tem propriamente uma vida para esconder. Morando em um avião, dentro de um aeroporto desativado e quebrado pelas guerras entre humanos e zumbis, R guarda objetos que encontra pela vazia cidade como se observá-los pudesse torná-lo "menos morto". Ele também gosta de ouvir músicas, embora seu corpo não tenha mobilidade – e sequer possua um coração batendo para apreciá-las completamente.

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