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Inspire-se (4)

em 13.7.15 17 comentários
*Brota do chão em cima de uma plataforma giratória ao ritmo de You spin me round (Like a Record) do Dead or Alive*



SURPRESAAAA! \8D/ -Q

Eu quero deixar aqui registrado meu pedido de desculpas (e que a Fran não se atreva a retirá-lo! Òó) /NátRevoltosa [Nota da Fran: Não me atrevi ]

Estive
pensando, pensando, pensando e pensando... O que realmente nos inspira? Quando apareci com esse projeto para o My Queen Side foi com a melhor das intenções, eu juro. Inspiração é ligada geralmente a grandes feitos, aos grandes nomes revolucionários conhecidos popularmente. Vamos fazer um teste? Shakespeare, Da Vinci, Stephen Hawking, Monteiro Lobato, Tarsila do Amaral... São nomes que não precisamos mencionar muito para lembrar de algo grandioso que eles fizeram e colocar em tópicos toda sua genialidade: Shakespeare inspira grandes amores e tragédias, a divagação do “ser ou não ser” – célebre frase de sua autoria –; Da Vinci conseguiu que uma mulher pintada sobre um pedaço de madeira se tornasse eterna; Hawking nem precisa de palavras para descrever sua trajetória de vida, superação e talento inimagináveis; Lobato que trouxe o folclore a conhecimento nacional; Tarsila que rodou o mundo... Eles são tão grandes!

E nós, tão pequenos...

Inspire-se (3)

em 15.5.14 13 comentários
*AVISO: ESSE POST CONTÉM FOTOS DE MÁ QUALIDADE DEVIDO AO MEU CELULAR SER UMA DESGRAÇA.*

Q

ue tal nos inspirarmos hoje mais um pouquinho? 


Dessa vez gostaria de falar dos detalhes anônimos, esses perdidos no nosso cotidiano e que – embora muitas vezes saibamos onde ficam e como se parecem – não conhecemos por completo. É aquela famosa: “Você vê, mas não observa.” (Sherlock Holmes é amor, gente, leiam!)

Como assim “vê, mas não observa”? Digo por experiência própria! Eu conhecia o cinema do shopping que fui na semana passada e sabia do painel supercolorido que enfeitava toda a extensão da parede do espaço disponível para o pessoal se sentar e, só naquele dia, em uma distração qualquer que eu me dei conta: uau, ele é lindo! 

Vejam só: 


(Cabeças aparecendo não foram intencionais.)

E, assim como o painel no shopping, temos tantas artes como essa espalhadas por aí que fica difícil acreditar em quanta coisa estamos perdendo. Então… 

Que tal se na próxima ida ao shopping ou ponto de ônibus você tentar olhar ao seu redor e procurar por um pouco dessas inspirações artísticas? 

Desde que ninguém aqui perca o ônibus, está liberado se encartar um pouco com esses detalhes até então desconhecidos pelos nossos olhos, tão acostumados a apenas ver. Está na hora de nos darmos o prazer de observar e tornar esses detalhes cotidianos as obras de arte que eles são. 

E não precisa ser um grafite ou um quadro reproduzido em algum painel, vitrines bem arrumadas também têm sua beleza. Boas propagandas, outdoors bem feitos, um cartaz convidando a uma exposição... são esses detalhes, os despercebidos, que muitas vezes se desvendam os mais interessantes. É essa a beleza de se deixar descobrir: onde estará a próxima arte?

Poucas palavras dessa vez, mas é que eu não quero tomar o precioso tempo que vocês poderiam estar usando para desvendarem seu shopping ou o muro mais próximo. Em qualquer lugar podemos encontrar um anônimo, esperando para ter voz e principalmente olhos. Então, se por caso você encontrar um ou já tê-lo achado, me conta aí nos comentários que eu vou adorar saber!

Mil beijos e até a próxima!



Inspire-se (2)

em 23.4.14 19 comentários
Oi de novo! Sentiram saudades? [não respondam o-o]




Antes de qualquer coisa, e o meu refri? Onde ele está?
O que fizeram com ele? Por que não ganhei nada? Hein?

Ai, gente, tinha que ter algo assim ou não seria eu...





O que vocês têm feito para se inspirar ultimamente? Aliás, o que os têm inspirado? Estive pensando nisso nos últimos dias... Afinal, o nome da coluna indica exatamente sua ideia: se inspirar. 

Mas a inspiração não precisa necessariamente vir de fora... E se nós fôssemos nossa grande fonte de inspiração?

“Mas como?” – você me pergunta meio indignado, afinal de contas eu é que deveria estar te falando como. E então eu, mescla rara de penúltimo mendigo e primeira astronauta a por os pés em Vênus*, respondo de uma forma que te fará ter vontade de me bater:

“Me diga você como.”

E nisso eu corro. E você vem atrás de mim com quatro pedras na mão. Ou não. E aí?

Todos os dias nós vemos imagens, pessoas, ações que são inspiradoras e dão aquela sensação de que fazem inflar o peito, como se as ideias estivessem crescendo, loucas para explodir, saírem por aí e se concretizarem... Mas, quantas vezes deixamos que elas se manifestem? Quantas vezes as sufocamos e, silenciosamente, elas murcham novamente para aquele canto esquecido da nossa mente, da nossa alma?

Inspire-se (1)

em 31.3.14 33 comentários
Hey, você!
Você mesmo; você aí sentado comendo essa bolacha, tomando esse refrigerante (aliás, me dá um gole aí...). Já parou para pensar que a inspiração que você tanto busca para o seu dia a dia tem sido ignorada? É, isso mesmo que você leu: você tem ignorado os sinais de inspiração que batem à sua porta todos os dias! Eu também faço isso, ou prefiro acreditar que fazia, até certo fim de semana que passou...
 
Foi quando fui a um mercado e vi uma prateleira no meio do corredor com diversos livros bagunçados. Minha atitude logo de cara foi arrumá-los, então, minha amiga me acompanhou e em meia hora (não era preciso tudo isso, mas só o fato de tocar em um livro me deixava muito animada, então fui enrolando) organizamos tudo.
 
 
Eu sei, não ficou lá aquela Brastemp, mas eram tantos títulos diversos que ficava complicado colocá-los todos separados. Pelo menos eu tirei Peça-me o que quiser do lado de Ágape.
 
Então, a parte inspiradora aconteceu. Enquanto tentávamos organizar melhor o outro lado da prateleira, quatro pessoas passaram em frente a ela, pararam, olharam, e cada uma pegou um livro! Eu e a Valéria ficamos olhando a cena e depois nos encaramos. Aquela prateleira (bagunçada e pouco atrativa) era ignorada até meia hora atrás e, de repente, as pessoas começaram a chegar e levar exemplares e, as que não quiseram nenhum, colocaram o livro da mesma forma que o encontraram, sem bagunçar novamente.
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