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[Resenha 156] Noah Stalder

em 7.2.17 30 comentários
Título: Noah Stalder
Autor: Cesar Ferraz
Editora: Multifoco | 2014 | 342 páginas
Sinopse: Homem e máquina. Este é o mundo hoje. Mas o que aconteceria se um tomasse o controle? Se as máquinas criassem consciência e o homem deixasse de ser importante? O jovem Noah Stalder vive neste inconcebível mundo e nos convida a embarcar em uma aventura em que tudo está em jogo: sua família, amigos e até mesmo seu passado. Durante sua jornada ele torna-se um adulto e aprende a lidar com perdas e a se responsabilizar por seus atos e as consequências a eles atreladas. Noah Stalder é mais que um livro infantojuvenil, é uma possibilidade de retorno à adolescência e ao caminho que leva à vida adulta.



Resenha

Noah Stalder é uma leitura memorável! Distinto do que vemos no mercado literário, o autor Cesar Ferraz não hesitou ao criar um cenário que equilibra ficção científica e fantasia, com um quê distópico! Ele ousou trazer elementos de ambos os gêneros e enriquecer a narrativa, de alta qualidade, com reviravoltas inesperadas.

Representação da redoma segundo o autor.
Noah é um habitante de Leekompur, lugar bastante avançado tecnologicamente e protegido por uma redoma que evita o contato da população com a radiação externa. Nesse lugar, o conhecimento é a verdadeira ambição, pois foi através da ciência que puderam sobreviver e criar a redoma.

...vivíamos em uma época onde todas as pessoas que conheciam mais a fundo as ciências eram consideradas nobres. Nossa existência, ameaçada à extinção, dependia fundamentalmente de todo o conhecimento científico remanescente para a preservação de nossa espécie.

De todos os assuntos que poderiam atrair a atenção de Noah, um particularmente lhe era mais curioso: andróides eletromenchs. Meio humanos, meio robôs, essa é uma tecnologia pertencente à Velha Era, cujos relatos só sobraram nas aulas de História dos Antepassados.

Promoção do autor: compre Caídos e receba de volta o valor do frete!

em 6.11.15 34 comentários
Durante
novembro, o autor parceiro M.R. Terci está oferecendo aos leitores interessados um desconto promocional na compra de seu mais recente lançamento: Caídos – Abandonai Toda Esperança.


O
valor do livro na loja virtual da Editora Multifoco está R$ 55,00. No entanto, o valor do frete é exorbitante e a compra chega a ultrapassar R$ 70,00.

Por isso, o autor M.R. Terci lançou uma promoção que achei admirável. Para garantir o acesso ao seu livro, quem o comprar durante novembro receberá de volta o valor do frete integralmente. O próprio autor é quem o pagará via depósito em conta.

Como funciona?

[Entrevista] Autor M.R. Terci apresenta sua obra: Abandonai Toda Esperança

em 10.9.15 25 comentários
Não
canso de expressar minha admiração pelo autor Marcos Terci (M.R. Terci)! Lendo a entrevista, vocês certamente entenderão o porquê.

Com alegria, convido-os a conhecerem o recentemente lançado Abandonai Toda Esperança, primeiro volume da Trilogia Caídos!


1. Recentemente, você publicou Abandonai Toda Esperança, primeiro volume da Trilogia Caídos. Conte-nos um pouco sobre esse livro.

Durante um bom tempo tive medo de contar essa estória. Tinha receios de mexer tão profundamente em algo que está terrivelmente arraigado na mente das pessoas. Dizem que futebol, política e religião não se discute. Acredito que tudo é discutível, desde que se mantenha a mente bem aberta às questões que dizem respeito à sociedade e nossa evolução. A tendência do gênero humano é defender de forma muito radical a preferência, opinião, gosto ou credo. Muitas vezes isso saí do controle. Futebol, política e religião são exemplos claros disso. Intolerância, fanatismo e violência são armas frequentes de quem não sabe pontuar intelectualmente uma questão. 

Caídos não é um livro para intransigentes e fundamentalistas. É necessário ter a mente aberta. As ideias sobre certo e errado, assim como os seres humanos, evoluíram através dos tempos. O que era considerado certo em determinada época jamais poderá ser aceito a este tempo. Fé e Inquisição, hoje, são ideias antagônicas, incompatíveis. Mas, àquela época eram absolutamente indissociáveis. Milagre e bruxaria, santo e bruxo, mártir e salvador também. E, se eu te dissesse que o pentagrama, antes do Santo Ofício, era um símbolo cristão? Curioso que a cruz, símbolo de martírio e perseguição aos cristãos, tenha se tornado seu maior legado.

Resenha 69 | A Anfitriã

em 28.1.15 28 comentários
Título: A Anfitriã – Série A Anfitriã, volume 1
Autor [parceiro]: Elielson Jr.
Editora: Multifoco (2014, 228 páginas)
Sinopse: Quem nunca brincou de Verdade ou Desafio ou sempre teve aquela paixão platônica que nunca revelou? Ou melhor: quem nunca teve um segredo que nenhuma outra pessoa poderia saber? Tudo isso e um pouco mais você encontrará em A Anfitriã. Depois de ter beijado o misterioso Luan Costa, Nany encontra-se perdidamente apaixonada pelo garoto, mas por causa de sua reputação, prefere manter o sentimento escondido. Após diversos desafios intensos e situações tensas, a garota, ao lado de Rian, Lila, Cátia, João, Suzana e Caio, começam a receber ameaças de uma figura desconhecida, chamada apenas de Anfitriã, que os obriga a visitar a Mansão Abandonada da pequena cidade de Macapá. Perdidos e sem lugar para se esconderem, o grupo torna-se marionete, enquanto luta incansavelmente para solucionar todos os mistérios em torno da tal Anfitriã.

Resenha
[3ª leitura de janeiro – Maratona Literária #EuTôDeFérias]

Desde que tive a alegria de me tornar parceira do autor Elielson Jr., estive brigando com o tempo para me permitir ler o seu livro, pois desejava muito conhecer sua narrativa e a história de A Anfitriã.

Narrado em primeira pessoa por todos os personagens envolvidos, esse é um livro repleto de mistérios a serem desvendados! Nele conhecemos um grupo de sete amigos: Nany, Rian, Lila, Cátia, João, Suzana e Caio, que são populares estudantes do Ensino Médio na pequena cidade de Macapá. Entediados em uma aula na qual o professor faltou, decidiram passar o tempo com a famosa brincadeira de Verdade ou Desafio.

Como consequência, Nany – a mais bela garota do colégio – foi desafiada a beijar Luan, o esquisitão da sala. A experiência acaba aproximando o casal, mas Nany não aceita se apaixonar por alguém tão diferente do seu grupo de amigos. Ao mesmo tempo, cada um dos personagens também enfrenta seus próprios problemas – término de namoro, traições e mal-entendidos. O grupo como um todo não vive o seu melhor momento (rs).

Resenha 43 | A Guardiã

em 11.9.14 10 comentários
Título: A Guardiã
Autora: Ane Viz
Editora: Multifoco (2014, 130 páginas)
Sinopse: “É possível retomar o controle de sua vida depois que ela parece ter saído de suas mãos?” A vida de Lílian muda com a morte de sua melhor amiga a levando a uma grande confusão. Em meio a isso, se depara com o amor que não é como sempre imaginou. E agora ela está pronta para lutar e ser a guardiã que sempre sonhou. Lílian é uma garota comum, ou quase, que aprenderá que existe muito mais coisas que ela não conhece. Um nova vida com um rumo totalmente diferente quando ela se vê diante de um problema que não tem a solução. Vê seu destino ser drasticamente mudado e fugir completamente de suas mãos. Será ela capaz de poder guiar novamente sua própria vida e provar que pode ser e será a melhor guardiã de todas?

Resenha

Tive a oportunidade de ler este livro por meio do Book Tour organizado pela própria autora, Ane Viz, a quem agradeço pelo carinho em aceitar minha participação.

Narrado em primeira pessoa, A Guardiã nos apresenta uma história sobrenatural envolvendo vampiros e meio-vampiros. Nossa protagonista chama-se Lílian Aslan, uma jovem mulher que está completando sua graduação na Academia Bárbara de Nicomédia para se tornar uma guardiã. Isso quer dizer que Lílian tem o desejo de proteger os puissance, vampiros capazes de controlar os elementos.

Lílian era a guardiã da sua melhor amiga, Jessica Parker, com quem sua alma estava intensamente ligada. A verdade é que Lílian passou pela experiência de morrer e retornar à vida, por meio dos poderes da Jessica, o que a tornou uma fils de l'ombre (filha das sombras) [não é um spoiler, porque esta é uma revelação presente no início do livro]. Essa ligação intensa entre Jessica e Lílian as torna capazes de conversar telepaticamente e partilhar sentimentos uma com a outra.

Devido a essa ligação tão forte, Lílian sofre muito quando Jessica é morta. Ela não conseguiu protegê-la e isso foi mais do que suficiente para desejar mudar de Academia e finalizar sua graduação longe das lembranças. Por isso, ela é transferida para Saint Lacave, onde sua madrinha é professora. Logo no primeiro dia, conhece o guardião Angelo Salvatore. Ele é encantador e Lílian deseja saber mais dele. Sua sorte é ter sido designada a ele para os seus treinamentos antes do exame final, que lhe daria o título de guardiã ou não. Em Saint Lacave, ela também conhece James Hunt, um vampiro puissance que se torna um grande amigo e seu novo protegido. Eu gostei bastante dele!
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